O livro Rookmaaker arte e mente cristã é uma biografia do holandês Hans Rookmaaker, professor de história da arte na universidade livre de Amsterdã e um dos líderes do L'Abri e membro da igreja reformada da Holanda, foi escrito por uma amiga dele e de sua família Lauren Gasque.
A obra conta como foi a infância de Hans Rookmaaker, sua criação e relação familiar, sua conversão na II Guerra Mundial na prisão, sua vida afetiva marcada por dois amores, uma judia que faleceu nas mãos de Hitler e sua esposa no qual teve três filhos, ele também conta como foi o processo até ser reconhecido mundialmente por fazer a ponte entre a arte e o cristianismo no mundo acadêmico.
Em um capítulo chamado "legado", a escritora aborda como Rookmaker influenciou diversos acadêmicos, igrejas, teólogos e pessoas, ajudando muitos a exercer a sua vocação com um pensamento cristão. O professor holandês deu diversas palestras para a Aliança Bíblica Universitária da Inglaterra, Estados Unidos e Canadá além de ter escrito diversas obras e influênciar toda uma escola de artes.
O livro Rookmaaker arte e mente cristã, é um catalisador de pessoas interessadas em servir a Cristo de forma inspirativa, dedicando toda a sua produção artística, exercendo a sua vocação com amor e inteligência para levar a bandeira de nosso Salvador, nas universidades, na história e no mundo. Vale a pena ler!
Título: Rookmaaker arte e mente cristã
Autor(a): Lauren Gasque
Editora: Ultimato
Páginas: 206 pag.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Resenha do livro A Arte e a Bíblia - Francis Schaeffer
A obra do teólogo e pastor americano Francis Schaeffer, A Arte e a Bíblia é um dos poucos livros em português que tratam da arte cristã com uma visão reformada.
Arte e a Bíblia, mostra em sua primeira parte toda a riqueza da arte contida no antigo testamento, através da poesia, arquitetura, música e escultura, trazendo um contrapondo teólogico sobre a questão da idolatria, assim abrindo espaço para os talentos artisticos e afastando o entendimento do catolicismo sobre a criação do artista.
Na segunda parte o autor faz observações sobre a importância da arte, sua validação e excelência ao trazer uma cosmovisão cristã em seu conteúdo. Ele observa alguns artistas especificos da história da arte para mostrar a autênticidade em seu modo filosófico de pensar e a sua criação artística.
No final Schaeffer chama os artistas cristãos a continuarem produzindo e mostrando publicamente o seu talento, fazendo algumas considerações sobre a esperança cristã na arte e pontuando ensaios relevantes sobre temas que foram usados na bíblia e fora da bíblia na produção artística, ele também afirma que o artista não precisa ser utilitarista e pensar apenas na evangelização, a contemplação também deve ser um objetivo da arte.
Arte e a Bíblia, mostra em sua primeira parte toda a riqueza da arte contida no antigo testamento, através da poesia, arquitetura, música e escultura, trazendo um contrapondo teólogico sobre a questão da idolatria, assim abrindo espaço para os talentos artisticos e afastando o entendimento do catolicismo sobre a criação do artista.
Na segunda parte o autor faz observações sobre a importância da arte, sua validação e excelência ao trazer uma cosmovisão cristã em seu conteúdo. Ele observa alguns artistas especificos da história da arte para mostrar a autênticidade em seu modo filosófico de pensar e a sua criação artística.
No final Schaeffer chama os artistas cristãos a continuarem produzindo e mostrando publicamente o seu talento, fazendo algumas considerações sobre a esperança cristã na arte e pontuando ensaios relevantes sobre temas que foram usados na bíblia e fora da bíblia na produção artística, ele também afirma que o artista não precisa ser utilitarista e pensar apenas na evangelização, a contemplação também deve ser um objetivo da arte.
Título: A arte e a Bíblia
Autor: Francis Schaeffer
Editora: Ultimato
Páginas: 75 páginas
Autor: Francis Schaeffer
Editora: Ultimato
Páginas: 75 páginas
domingo, 22 de julho de 2012
Resenha: As Crônicas e os Contos de Zazo
"Leia esta parte sem pressa de entrar nas histórias. Vai ser importante para você entender o livro. Aliás, sugiro fazê-lo na companhia de um bom cafezinho". É assim, com a cordialidade de alguém bem chegado, que Eleazar, o Zazo, inicia a conversa com o leitor de seu livro.
Suas palavras soam como um daqueles convites sinceros dos que, ao receberem um amigo, puxam uma cadeira e dizem: "Chega pra cá, fique à vontade, vamos prosear". É assim é todo o livro, uma sequência de pequenas histórias do cotidiano, que narram experiências de gente diversa que enfrenta dilemas, alegrias, problemas, dúvidas, emoções etc.
Felizmente é só isso: o livrode Zazo está longe de ser um manual com dicas sobre o que fazer se você estiver nesta ou naquela situação. As histórias são contadas com leveza, humor e sensibilidade de quem tenta viver e contemplar a vida sem racionalizar tudo e sem banalizar acontecimentos que são, as vezes, profundos e marcantes.
As histórias de Zazo podem fazer o leitor rir de si mesmo: chorar porque, reconheçamos, há coisas na vida que são tristes e difíceis; ficar em silêncio contido, sem perguntas e agitações; e, por fim até ter o desejo de voltar alguns parágrafos, ler novemente o teto para poder pensar de maneira mais refletida sobre uma ou outra experiência.
As crônicas e os contos apresentam-se em quatro partes: "Coisas da carne", "Coisas de servo...Coisas de amigo", "Coisas da vida" e "Coisas de Deus". Vale a pena ler e se entusiasmar com o autor pela coisas tocantes da vida, como o convite para ler uma boa história acompanhado por uma xícara de café.
Fonte: Revista Ultimato - nº 337 Por Ariane Gomes
Título: As Crônicas e os Contos de Zazo
Autor: Eleazar Araujo da Silva
Editora: Palavra
Páginas: 152
Suas palavras soam como um daqueles convites sinceros dos que, ao receberem um amigo, puxam uma cadeira e dizem: "Chega pra cá, fique à vontade, vamos prosear". É assim é todo o livro, uma sequência de pequenas histórias do cotidiano, que narram experiências de gente diversa que enfrenta dilemas, alegrias, problemas, dúvidas, emoções etc.
Felizmente é só isso: o livrode Zazo está longe de ser um manual com dicas sobre o que fazer se você estiver nesta ou naquela situação. As histórias são contadas com leveza, humor e sensibilidade de quem tenta viver e contemplar a vida sem racionalizar tudo e sem banalizar acontecimentos que são, as vezes, profundos e marcantes.
As histórias de Zazo podem fazer o leitor rir de si mesmo: chorar porque, reconheçamos, há coisas na vida que são tristes e difíceis; ficar em silêncio contido, sem perguntas e agitações; e, por fim até ter o desejo de voltar alguns parágrafos, ler novemente o teto para poder pensar de maneira mais refletida sobre uma ou outra experiência.
As crônicas e os contos apresentam-se em quatro partes: "Coisas da carne", "Coisas de servo...Coisas de amigo", "Coisas da vida" e "Coisas de Deus". Vale a pena ler e se entusiasmar com o autor pela coisas tocantes da vida, como o convite para ler uma boa história acompanhado por uma xícara de café.
Fonte: Revista Ultimato - nº 337 Por Ariane Gomes
Título: As Crônicas e os Contos de Zazo
Autor: Eleazar Araujo da Silva
Editora: Palavra
Páginas: 152
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Resenha: Livro Viciados em Mediocridade

O livro “Viciados em Mediocridade” é uma crítica ao pensamento dos evangélicos fundamentalistas, escrito por Frank Schaeffer, pode-se dizer que o autor criticou a literatura, o cinema, as pinturas, e toda a cultura artística cristã, como ele mesmo expõe no começo do segundo capítulo, suas principais críticas é a qualidade da arte e o intuito de se criar, na verdade seria os rótulos de evangelismo camuflado por trás de objetivos meramente econômicos e mercantis.
Sobre estes primeiros capítulos considero a opinião do autor um pouco exagerada, não sou o tipo de pessoa que pode ser rotulada como fundamentalista, mas possuo um site sobre música cristã e um blog sobre cinema cristão, eu vejo primeiramente sobre a questão de qualidade um paradoxo muito parecido com a o comum ou secular, existem músicas cristãs de qualidade como existem músicas sem qualidade, o que normalmente chega as massas são as sem qualidade, assim como é também com a música comum, enfim isto também tem haver com gênero, a respeito do cinema concordo que os filmes “gospel” são piores em qualidade, até pelo baixo orçamento, todavia está longe de se tornar mercado, as principais produtoras internacionais como a Word Wide Pictures e os filmes da Open Doors, são comercializados com o objetivo estritamente de financiar a obra missionária e evangelização. Creio que o Frank Scaeffer, exarcebou as suas críticas sobre muitos aspectos.
Frank Schaeffer dedica alguns capítulos para praticamente dizer que toda a criação artística e cultural provem de Deus, e que os evangélicos “medíocres” dividem o mundo em secular e Cristão, neste ponto de divisão ele não soube trazer nenhuma teologia sustentável para dizer que não existe uma divisão contra-cultural dos cristãos e nem conseguiu argumentar nada sobre o texto bíblico que diz que o “mundo jaz no maligno”, enfim é lógico que existe uma separação entre uma música com letras inspiradas em Deus, letras inspiradas na sociedade humana e letras totalmente anticristãs, como os versos do funk carioca, ou as poesias de adoração a Lúcifer das bandas de black metal americano, então sim há uma divisão cultural clara, em música, cinema, e em praticamente toda a arte pois ela influência. O autor esqueceu de mencionar a natureza corrompida pelo pecado do homem que causa uma reação na cultura humana e tem como conseqüência os rótulos.

Para terminar a resenha, expresso minha sincera opinião, achei a dissertação de Frank Schaeffer muito pessoal, sua crítica faz algum sentido, todavia não concordo com o seu pensamento, o conteúdo do livro acrescenta muito pouco, não tem muita base bíblica sólida, enfim ao discordar do escritor acabei não sentindo muito confortável com sua leitura.
Título: Viciados em Mediocridade
Autor: Frank Schaeffer
Editora: W4
Páginas: 138 páginas
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